sábado, 9 de setembro de 2017

Visita ao Joquei Club para colocação de etiquetas


Neste 9 de setembro de 2017, estive com a Manu, o João, o Lobinho, o Jourderian e o Valentim (que será o árbitro da prova) na visita a área da 6ª etapa do XIII Campeonato Cearense de Orientação, que está sendo organizada pelo Clube de Orientação Desporto e Lazer - CODL e pelo Clube Azimute.




Não conhecia o Jockey clube Cearense, foi uma baita oportunidade, logo nos preparativos de um evento de orientação. Vimos um pouco da estrutura que será oferecida aos atletas e também visitamos os 38 locais que receberão pontos de controle e etiquetamos o local.






Foi um árduo trabalho, que levou cerca de 6h embaixo de um sol escaldante. Chegamos pouco depois das 7h, tomamos café num ponto de encontro e em seguida chegamos ao destino, iniciando os trabalhos por volta das 8h. Concluímos próximo das 14h.







sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Como Nossos Pais


Drama nacional Como Nossos Pais (Como nossos pais, Brasil, 2016), de Laís Bodanzky não é adaptação da canção de mesmo nome de Elis Regina, embora utilize esta canção em dois momentos. Trata-se de uma obra extremamente feminista, que enfrenta os valores familiares tradicionais, ataca a fé cristã, acha que a maioria dos homens são iguais e se mostra dispensável. 

A trama apresenta Rosa (Maria Ribeiro), 38 anos, uma mulher que se encontra em uma fase peculiar de sua vida, marcada por conflitos pessoais e geracionais: ao mesmo tempo em que precisa desenvolver sua habilidade como mãe de suas filhas, manter seus sonhos e objetivos profissionais, além de enfrentar as dificuldades do casamento com Dado (Paulo Vilhena), Rosa também continua sendo filha de sua mãe Clarice (Clarisse Abujamra), com quem possui uma relação cheia de conflitos.


A cena em que Rosa é demitida, após uma falha no trabalho em uma video-conferência em inglês é bizarra, assim como a facilidade para ir em Brasília e marcar um encontro com o Ministro da Casa Civil (Herson Capri), após saber que é filha do mesmo. Até a camisa a mulher tira, só pra deixar claro que as mulheres devem ter os mesmos direitos dos homens, Mas, o que dizer de uma filha que com a mãe à beira da morte, lhe compra uma carteira de cigarros?

Qual o papel da mulher na contemporaneidade? Encontramos a melhor definição dessa mulher virtuosa na Bíblia sagrada, no livro de Provérbios, capítulo 31. O pai de criação de Rosa, Homero (Jorge Mautner) é o típico mulherengo e Pedro (Felipe Rocha) é apresentado como o homem ideal, mas que é utilizado apenas para incentivar as mulheres à traição. Não embarquei nos conflitos de Rosa com sua mãe, seu marido e suas filhas. Logo não engoli o roteiro escrito pela Laís Bodanzky com Luiz Bolognesi. O filme foi o vencedor do último Festival de Gramado. Gostei muito do trabalho anterior da diretora, o maravilhoso As Melhores Coisas do Mundo (2010). 

Assista ao trailer de Como Nossos Pais:


Polícia Federal - A Lei é Para Todos


Nacional Polícia Federal - A Lei é Para Todos (Brasil, 2016) de Marcelo Antunez surpreende ao apresentar os bastidores da Operação Lava-Jato, que desencadeou uma série de investigações sobre a corrupção no Brasil na vibe de Tropa de Elite. O filme acompanha desde o início do processo, até a condução coercitiva do ex-presidente Lula... Apesar das cenas pós créditos, que apresentam as malas direcionadas a Aécio Neves através de seu primo, o filme é partidário ao tentar de alguma forma impedir a reeleição de Lula em 2018.

Durante a realização da Operação Bidone, a Polícia Federal apreende no interior um caminhão carregado de palmito, que trazia escondido 697 kg de cocaína. A investigação recai na equipe montada por Ivan Romano (Antonio Calloni), sediada em Curitiba e composta também por Beatriz (Flávia Alessandra), Júlio (Bruce Gomlevsky) e Ítalo (Rainer Cadete). As conexões do tráfico os levam ao doleiro Alberto Youssef (Roberto Birindelli) e, posteriormente, ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa (Roney Facchini), que revela uma imensa estrutura envolvendo construtoras e o governo, de forma a desviar dinheiro público. À medida que a investigação avança, o grupo liderado por Ivan se aproxima cada vez mais de alguns dos políticos mais influentes do país.

O filme apresenta uma montagem coerente, que prende a atenção do espectador ao mostrar a visão da Polícia Federal no desencadear dos acontecimentos. Mas o grande problema é o roteiro que tem um viés partidário ao longo do filme que acaba comprometendo em sua narrativa de fatos, apesar do acerto inicial de mostrar como a apreensão de um caminhão de palmito levou até uma importante investigação anticorrupção. Marcelo Serrado interpreta o juiz Sérgio Moro, que recebe um destaque maior do que o necessário, sendo alçado a herói nacional. Rodado nas cidades de Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo.


Calloni se destaca na atuação, na liderança da equipe de "Vingadores" da polícia, assim como o Marcelo Serrado que entrega uma atuação sólida. Flávia Alessandra tem que ficar repetindo didaticamente o que acabou de ser mostrado, pra ficar claro na mente do espectador o que está acontecendo. Apenas no terceiro ato, vemos a utilização de arquivos da Rede Globo e da presidente Dilma, dando uma direção clara de quem eles querem atingir. A atuação caricata de Ary Fontoura na interpretação de um Lula arrogante e sem escrúpulos.

A direção de Marcelo Antunez (co-diretor das comédias banais  Qualquer Gato Vira-Lata 2 e Até que a Sorte nos Separe 3) está coerente e surpreende com os momentos tensos do filme, especialmente a cena inicial de captura de Alberto Youssef (Roberto Birindelli) no Hotel Luzeiros, em São Luiz (me hospedei lá em 2011). Antunez já afirmou que pretende fazer uma trilogia, inclusive o final já deixa claro a existência de uma continuação, apresentando os fatos ocorridos após a condução coercitiva e o andamento das investigações, especialmente os fatos da delação da JBS e as acusações contra Aécio Neves e Michel Temer que certamente farão parte de uma eventual continuação.


Assista ao trailer Polícia Federal - A Lei é Para Todos:



quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Visita a Família Marcelino


Na tarde desse 7 de setembro de 2017, fui com a família visitar o novo apartamento da família Marcelino. Levamos pão e fizemos um farto lanche após conhecermos cada cômodo do novo lar. Apesar de ter ajudado na mudança, tudo ainda estava uma bagunça. Agora já estava mais habitável...



Descemos para a área de lazer, e aproveitamos a brinquedoteca e o parquinho com as crianças e o salão de jogos. As crianças adoraram! E nós também...




Emoji: O Filme em 3D


Neste feriado de 7 de setembro de 2017, revi a animação Emoji: O Filme (The Emoji Movie, Estados Unidos, 2016) de Anthony Leondis dessa vez em 3D. Apesar de ser fraquinho, o filme tem seus momentos divertidos e cumpre seu papel de entreter sem compromisso.

A animação revela o mundo secreto nunca antes visto do interior de um smartphone. Escondida na aplicação de mensagens de texto está Textopolis, uma cidade fervilhante onde vivem os emojis, nas esperança de serem selecionados pelo utilizador do telefone. Neste mundo, cada emoji tem apenas uma expressão facial. Todos exceto Gene (T. J. Miller), um exuberante emoji que nasceu sem filtro e está repleto de múltiplas expressões. 

Determinado a tornar-se normal, Gene pede ajuda ao seu melhor amigo, Hi-5 (James Corden) e à emoji especialista em descobrir códigos, Jailbreak (Ilana Glazer). Juntos, vão dar início a uma app-ventura através de algumas das mais conhecidas aplicações para smartphone, cada uma com o seu mundo divertido e selvagem, até descobrirem o código que tornará Gene "normal". Mas quando um enorme perigo ameaça o telefone, o destino de todos os emojis passa a depender destes três amigos que passam a ter como missão salvar o seu mundo antes que seja apagado para sempre.

Segue trailer de Emoji: O Filme:

Lino 3D


Animação brasileira Lino (Brasil, 2016) de Rafael Ribas não mostra a que veio, se apresentando falho em seu roteiro ambicioso de apresentar um homem em situação social complicada, com situações que não prendem a atenção das crianças, tampouco dos adultos, sendo dispensável.

São raras as oportunidades que temos de ver uma animação nacional na tela grande. A última que vi foi As Aventuras do Pequeno Colombo, (Brasil, 2015) 
 de Rodrigo Gava, exibido numa sessão para crianças no Cine Ceará 2016, não tendo encontrado espaço no circuito comercial. Cito o destaque que a animação nacional teve com a obra O Menino e o Mundo (The Boy and The World, Brasil, 2015) de Alê de Abreu.


Lino (Selton Mello) trabalha como um animador de festas infantis, não tem amigos, acumula dívidas e é muito azarado. Além disso, não aguenta mais vestir todos os dias uma horrorosa fantasia de um gato gigante e suportar sempre a mesma rotina de maus tratos feitos pelas crianças, que zombam dele em seu emprego. Tentando livrar-se de seu azar e 
determinado a mudar sua vidaele contrata os serviços de um suposto feiticeiro não muito talentoso, mas, inesperadamente, a magia acaba transformando Lino justamente em um felino enorme. 


Não há o que discutir da qualidade técnica da animação, que não deixa a desejar às grandes produções americanas. A ideia de inserir uma bebê na trama, soa genérica, e imita filmes que fizeram isso com qualidade, como Monstros S/A (Monstros, Inc, 2001) de Pete DocterLee Unkrich. Os policiais do filme são bobos e passam o filme inteiro peidando e achando que estão sendo engraçados. A questão social abordada inicialmente, acaba ficando em segundo plano na resolução da trama.

Confira o trailer de Lino:


terça-feira, 5 de setembro de 2017

Meus 33 anos!


Na noite deste 5 de setembro de 2017, fui surpreendido com uma festa surpresa organizada com muito carinho e dedicação pela minha esposa amada, aliada a D. Sâmia, a tia Lourdinha e a Simone.


Praticamente sem recursos, ela fez uma jantar, um bolo e convidou os familiares e amigos para celebramos meus 33 anos. Eu sabia que haveria uma "surpresa", mas fui pego de surpresa com o modus operandis, enquanto me colocava para lavar louças.


Até presentes eu ganhei! Muitos deles extremamente necessários e que foram úteis inclusive para arcar com algumas despesas que não teria como honrar no prazo devido. Agradecido pela celebração proposta pela esposa. Sei o quanto é trabalhoso fazer uma festa como esta, por mais simples que seja. Obrigado a todos por serem parte da minha família, por estarem sempre presentes em minha vida. Cada um de vocês dá mais sentido ao meu viver. E pensar que 33 anos já se passaram... Obrigado Deus, por mais um aniversário, pela saúde, família, amigos. te servir e te conhecer é o maior privilégio da minha existência. Que possa levar teu amor e salvação aqueles que não tem intimidade contigo. Essa é a minha oração nesse dia.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Atômica


Ação de espionagem Atômica (Atomic Blonde, Estados Unidos, 2016) de David Leitch, baseado na HQ The Coldest City, de Antony Johnston Sam Hart, apresenta uma agente secreta nos dias que antecedem a queda do muro de Berlim, em novembro de 1989, para investigar o assassinato de um colega (que era seu amante) e recuperar um relógio com uma lista de agentes secretos. O filme é muito bem ambientado historicamente, tem um visual arrebatador, cenas de ação de tirar o fôlego e uma trilha sonora para ser ouvida em looping.

Lorraine Broughton (Charlize Theron), é uma belíssima agente disfarçada do MI6, que é enviada para Berlim durante o final da Guerra Fria para investigar o assassinato de um oficial e recuperar uma lista perdida de agentes duplos 
que não pode ser descoberto pelos russos da KGB. Ao lado de David Percival (James McAvoy), chefe da localidade, a assassina brutal usará todas as suas habilidades nesse confronto de espiões. É inevitável não comparar este longa com os filmes do Jonh Wick, personagem de De Volta Ao Jogo (2014) co dirigido por Leitch em sua estreia, onde o protagonista praticamente não apanha ou se suja em suas lutas, vemos a personagem principal de Atômica levando surra o tempo todo, à ponto de ter quebrado dois dentes durante as gravações.

O diretor David Leitch fez carreira como dublê em clássicos filmes de ação como Blade, o Caçador de Vampiros (1998), Matrix Revolutions (2003) e O Ultimato Bourne (2007). Então as sequências de ação, são muito bem planejadas e realizadas. O elenco principal está fabuloso, com a vencedora do Oscar® Charlize Theron dando um show à parte, esbanjando sensualidade e brutalidade em cenas fortes, picantes, expondo inclusive seu corpo, mas sem banalidadeJames McAvoy merece um reconhecimento maior, pela constância de suas boas atuações. ele que quebrara a mão durante as filmagens de Fragmentado (2016), mas teve que fazer as filmagens, inclusive com o braço no gesso, o que foi bem aproveitado no filme. Os coadjuvantes também estão bem, destaque para Sofia BoutellaToby Jones e John Goodman.

A trama de espionagem é crível, e a montagem de Elísabet Ronaldsdóttir colabora para entendermos a história que está sendo contada. O roteiro contribui muito nesse sentido, assim como o design de produção, e a "furiosa" paleta de cores da fotografia de Jonathan Sela que consegue criar um visual noir, embora se utilize cores fortes, como o azul e o vermelho, criando até uma metáfora do cenário da Guerra Fria. Destaca-se também o impacto visual das cenas de ação, muitas delas em plano sequência.

Embora a trilha incidental de Tyler Bates, o mesmo de Guardiões da Galáxia (2014) seja boa, o que se destaca é a playlist do filme, que se destaca nas cenas de violência e conta com nomes como New Order, David Bowie, Public Enemy, George Michael, The Clash, Queen, Nena entre outros. O uso da trilha nos remete ao recente Em Ritmo de Fuga (Baby Driver, 2017), com a trilha fazendo parte do que está sendo mostrado em tela. Father Figure do George Michael, London Calling do The Clash, 99 Luftballons da Nena e Under Pressure do Quenn e David Bowie são importantes no desenrolar da trama. Como além de estrelado, é produzido pela Charlize Theron, espero que Atômica vire uma franquia, e apresente outras aventuras dessa espiã que é uma versão feminina de uma mistura entre Jason Bourne e James Bond.

Veja trailer de Atômica:


Inumanos


Terceira série de TV da ABC sobre o Universo Cinematográfico Marvel, Inumanos (Marvel’s Inhumans, 2017) de Scott Buck é lançada nos cinemas, com os dois primeiros episódios da série que estarão em cartaz ao longo de duas semanas, antes de estrear na televisão, logo em seguida com conteúdo exclusivo adicional a ser visto apenas na televisão. A série se mostra desinteressante e bem genérica, mostrando a saturação do gênero super heróis. Conteúdo televisivo em IMAX expõe demais as fragilidades de atuação.

Os poderes dos Inumanos também não se mostram tão interessantes. Temos uma voz que pode destruir cidades, cabelos que são mortais e pés que causam terremotos. Estes são alguns dos poderes dos Inumanos, um grupo de seres raros e poderosos, que apesar da ascendência de humanos comuns, foram modificados após sucessivos testes realizados por uma raça de alienígenas conhecida como Kree. Organizados por um sistema de castas, eles são liderados pela Família Real, que fará de tudo para manter a ordem na sociedade. 


Inumanos usa de belas imagens da paradisíaca ilha Oahu, localizada no Havaí, em contraponto com cenários envolvendo a cidade de Attilan, localizada na Lua, onde os Inumanos vivem. Os melhores momentos da série, é quando Raio Negro (Anson Mountprecisa lidar com os policiais na Terra, mantendo a mudez para não feri-los, ao mesmo tempo em que busca escapar.

Os efeitos são precários, e o maior exemplo disso, são os cabelos da Medusa (Serinda Swan), que se movem meio que artificialmente. Felizmente não demora para rasparem a cabeleira dela e lhe tirarem os poderes. A ideia de dividir em castas os Inumanos, se mostra também desinteressante. Sem falar no preconceito para com os humanos. Senti saudades dos X-Men, uma vez que a variedade nos poderes dos personagens se assemelham aos melhores heróis já vistos no cinema. 

A ameaça de Maximus (Iwan Rheon), irmão do rei Raio Negro, que faz um golpe de estado, à la Michel Temer é tão aleatória e caricata, ainda mais ao utilizarem um ator que faz Ramsey, um papel semelhante num seriado de qualidade Game Of Thrones. Haveria uma versão cinematográfica de Inumanos para 2019, mas com a Marvel querendo faturar com o projeto e levar para telinhas o enorme sucesso que tem encontrado nas telonas, optou-se por fazer uma série com seu lançamento nos cinemas.

Confira trailer da Série Inumanos:


sábado, 2 de setembro de 2017

Mudança da família Marcelino



Neste 2 de setembro de 2017, tive o privilégio de estar auxiliando a família Marcelino em um dia histórico: a mudança para o "Aleluias", novo endereço do lar desses amados.



Começamos os trabalhos cedo, por volta das 6h da manhã estacionamos os carros da família em frente ao novo endereço, para garantir a parada do caminhão num local próximo a entrada de veículos.

  


Muita coisa já estava encaixotada, então podemos adiantar o serviço de mudança descendo pelo elevador de serviços boa parte das "tralhas". Nossa ajuda era o Kili, que ficava passeando pelo corredor, dando voltas no carrinho e às vezes sumindo no meio da mudança.



Quando a Ana chegou, a Cris, a Júlia e a Luiza acordaram, tivemos uma pausa para café da manhã, estivemos orando pedindo a guarda e a proteção divina para o longo dia que teríamos. Por volta das 9h da manhã, chegou o caminhão da mudança e tivemos a ajuda de mais 4 homens para terminar de encaixotar e embalar tudo.



Trabalhamos com toda energia e descendo os móveis e as últimas caixas, bem como abastecendo o caminhão com tudo aquilo que já tínhamos descido. Por volta de 11h30 terminamos a primeira parte do serviço: colocar os pertences da família dentro de um caminhão baú.



Partimos então para o novo endereço, para realizar o desembarque. No entanto, conforme regimento do condomínio, não pode haver mudanças entre 12h e 13h. Então paramos para o almoço, o que fizemos ali próximo, no restaurante Ubajara para ganhar tempo. Por volta das 13h reiniciamos os serviços.




Percebendo que perderíamos muito tempo no descarregamento, sugeri utilizar a Doblo da família, para carregar as caixas. A ideia foi implantada e ganhamos um bom tempo, que compensou a perda que tivemos de não poder utilizar o elevador de serviços, em função do recolhimento de lixo. Por volta das 14h30, terminamos o descarregamento e subimos todos os pertences, que rechearam o apartamento vazio.



Josias disse que eu era a primeira visita a entrar no novo apartamento, mas informei que ele estava enganado, pois não me considero visitante, mas quase membro da família. A esposa queria muito estar ajudando na arrumação, mas teve que ficar com os meninos, que não poderão visitar a família tão cedo, em função do perigo que é a linda e enorme varanda para os pequenos.


Voltamos para o endereço antigo para entregar as chaves para o novo proprietário e despachar os últimos itens que foram vendidos para uma colega de trabalho do Josias. Foi quando tivemos a audácia de retirar o guarda-roupa embutido do quarto da Luiza. Foi uma trabalheira, mas conseguimos usando apenas uma chave de fenda. Descemos o guarda roupa, com os últimos objetos de limpeza que haviam ficado, e conseguimos colocar tudo na Doblô.



Entregamos as chaves e fomos descarregar e subir o guarda roupa que não estava previsto na mudança. Fizemos isso fora do horário devido e fomos chamados a atenção, nada como descumprir uma regra no primeiro dia de nova morada... Estávamos exaustos e famintos. Fizemos então o primeiro lanche na nova morada. Cansados e fatigados, mas extremamente felizes por ter dado tudo certo. Foi um dia inesquecível!


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